Château Tanunda Grand Barossa Dry Riesling
O Grand Barossa Dry Riesling é um vinho branco seco australiano, feito com 100% Riesling de vinhedos próprios da Château Tanunda, incluindo videiras com mais de 100 anos. A Austrália tem tradição em Riesling seco, com um estilo cítrico e preciso.
Estilo
O vinho não passa por barrica: amadurece inteiramente em tanques de aço inox, preservando a expressão cítrica e floral da uva e a acidez natural. Mineralidade e frescor são a marca. Teor alcoólico entre 11,5% e 12%, conforme a safra.
A Château Tanunda
Vinícola histórica do Barossa Valley, fundada em 1890.
Como servir o Grand Barossa Dry Riesling
Temperatura ideal
Sirva entre 8 °C e 10 °C.
Harmonização
Frutos do mar
- Frutos do mar
- Peixes grelhados
Cozinha asiática e saladas
Saladas frescas e pratos da cozinha tailandesa ou vietnamita, que combinam com a acidez do Riesling.
Maturação
O Grand Barossa Dry Riesling não passa por barrica. A maturação ocorre inteiramente em tanques de aço inoxidável, preservando a expressão pura e cítrica do Riesling e toda a vivacidade da acidez natural da uva. Essa escolha é intencional: a ausência de madeira coloca o terroir e a variedade em primeiro plano, resultando em um vinho de perfil linear e transparente. Após o envelhecimento em inox, o vinho é engarrafado sob rolha Stelvin (rosca), que minimiza a oxidação e garante a evolução lenta e controlada em garrafa — condição ideal para que o Riesling desenvolva suas complexas notas de petróleo e mel com o passar dos anos, mantendo o frescor por até 8 anos a partir da safra.
Vinhedo
O Grand Barossa Dry Riesling é produzido a partir de uvas selecionadas de vinhedos próprios da Château Tanunda situados em dois subterroirs distintos do Barossa: os solos Biscay de Tanunda — argilas negras expansivas e densas, ricas em nutrientes e com excelente capacidade de retenção hídrica — e as areias profundas de Vine Vale, mais drenantes e de baixa fertilidade, que forçam as raízes a se aprofundar em busca de água e concentram os aromas varietais. Parte dessas videiras tem mais de 100 anos, status de 'Centenarian Vine' dentro do sistema de classificação de videiras antigas do Barossa, o que contribui com profundidade de sabor, complexidade e estabilidade química natural ao vinho. O Barossa Valley, apesar de conhecido mundialmente por seus Shirazes potentes e encorpados, também produz Rieslings de caráter singular: o calor diurno do vale, moderado pelas noites frescas da região, e a influência dos solos antigos resultam em um Riesling com mais corpo e frutuosidade do que os estilos clássicos de Eden Valley ou Clare Valley, mas com acidez bem marcada e final limpo e mineral.