La Mémoire de La Tour Carnet: Bordeaux clássico do Haut-Médoc
O La Mémoire de La Tour Carnet é um tinto de Bordeaux do Château La Tour Carnet, Grand Cru Classé de 1855 no Haut-Médoc, hoje sob o comando de Bernard Magrez. É um jeito mais acessível de provar o estilo da propriedade.
Corte e amadurecimento
O vinho é um corte de 60% Cabernet Sauvignon e 40% Merlot, com 15 meses em barricas de carvalho. A vindima é manual, com seleção no vinhedo, e o mosto passa por maceração a frio antes da fermentação para extrair cor e fruta. No copo aparecem cassis e amora, com notas discretas de baunilha e tosta. Teor alcoólico de cerca de 13,5%.
O terroir
O Haut-Médoc tem solos de cascalho sobre subsolo calcário e argiloso: boa drenagem e maturação equilibrada, especialmente para a Cabernet Sauvignon.
O château
Um dos domínios mais antigos do Médoc, com torre medieval construída em 1120.
Como servir o La Mémoire de La Tour Carnet
Temperatura ideal
Sirva entre 16 °C e 18 °C.
Harmonização
Carnes
Picanha, costela e carnes vermelhas assadas; cordeiro também vai muito bem.
Ocasiões
Um tinto seguro para almoço de domingo ou churrasco mais elaborado.
Maturação
Os quinze meses em barricas de carvalho conferem a La Mémorie de La Tour Carnet notas discretas de baunilha, tosta e especiarias, sem sobrepor o caráter frutado do corte de Cabernet Sauvignon e Merlot. O tempo de madeira integra os taninos, deixando-os presentes mas finos, com final persistente. O vinho já pode ser apreciado logo após a compra, mas também guarda potencial de evolução por alguns anos em boas condições de armazenamento.
Vinhedo
O Château La Tour Carnet fica no Haut-Médoc, região de Bordeaux marcada por solos de cascalho sobre um subsolo calcário e argiloso, condição que favorece boa drenagem e maturação equilibrada das uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. A propriedade é uma das mais antigas do Médoc, com registros que remontam ao século XII, e reúne um castelo medieval com torre de 1120 cercado por fosso, testemunha da longa história do terroir. Sob o comando de Bernard Magrez desde 1999, o vinhedo recebeu investimentos importantes em manejo de precisão, o que reforça a expressão do solo local nas uvas. Esse conjunto de fatores resulta em vinhos de corpo médio a encorpado, com boa concentração de fruta e taninos estruturados, característicos dos Grand Cru Classé do Haut-Médoc.